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As investigações apontam que o crime teria sido motivado por vingança contra a ex-companheira. Antes do envenenamento, o homem teria agredido a mulher e, em seguida, ingerido a substância tóxica, obrigando o filho a fazer o mesmo.
Discussão, agressões e fuga com a criança
O casal manteve um relacionamento por cerca de oito anos e estava separado havia aproximadamente dois meses. Do relacionamento nasceu o menino de 3 anos. Conforme apurado, apesar de desentendimentos ao longo da união, não havia histórico formal de agressões físicas até então.
No dia do crime, a mulher teria encontrado o ex-companheiro em um bar, consumindo bebida alcoólica com a criança. Ao tentar retirar o filho do local, iniciou-se uma discussão que se prolongou até o quarto de hotel onde o homem estava hospedado. Já no interior do quarto, a briga se intensificou, e a mulher foi violentamente agredida.
Ela conseguiu buscar atendimento médico e deu entrada em uma unidade hospitalar com ferimentos no rosto, cortes no corpo e fraturas dentárias, apontando o ex-companheiro como autor das agressões.
Homem foi encontrado abraçado ao filho
Após denúncias, policiais localizaram o suspeito em um hotel, onde ele se recusou a abrir a porta. Foi necessária a entrada forçada no quarto. No local, o homem foi encontrado deitado na cama, abraçado ao filho. Naquele momento, a criança ainda apresentava sinais vitais aparentes, e o suspeito foi levado para a delegacia.
Cerca de uma hora depois, o homem passou mal e precisou ser encaminhado ao hospital. Foi então que as autoridades descobriram que a criança também havia sido internada, apresentando sintomas graves de envenenamento.
Veneno foi encontrado no quarto
Durante a perícia no quarto do hotel, foi localizado um copo contendo uma substância granulada de cor cinza, semelhante a chumbinho, veneno altamente tóxico. Apesar dos esforços médicos, o menino não resistiu e morreu. O pai permanece internado em estado grave.
Especialistas apontam que a substância provoca intenso sofrimento, com sintomas como dores abdominais severas, vômitos, convulsões, alterações cardíacas e falência respiratória.
Tentativa de culpar a ex-companheira e investigação
Inicialmente, o suspeito tentou atribuir à ex-companheira a responsabilidade pelo envenenamento, alegando que ela teria administrado a substância. No entanto, os elementos reunidos durante a investigação contradizem essa versão.
O local foi isolado, materiais foram recolhidos para análise pericial e o caso foi encaminhado à Justiça. As investigações continuam para esclarecer todos os detalhes do crime, que se soma a outros episódios recentes de violência extrema contra crianças no Amazonas, motivados por conflitos conjugais e vingança.
Fonte: AM POST
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